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quinta-feira, 24 de março de 2011

Dia Internacional da Lontra Bernardina

Tirámos algumas fotografias do grande acontecimento, com a pena de a nossa máquina fotográfica ter falhado antes que conseguíssemos fotografar todas a s 34 turmas envolvidas e todas as actividades.

Esta festa de apresentação do projecto à Comunidade foi inicialmente pensada para ser realizada no Parque Municipal do Sítio das Fontes. As dificuldades de deslocar 600 alunos levaram à escolha da EB23 Jacinto Correia para a realização deste evento. 

Os alunos mais velhos prepararam actividades para apresentar aos alunos mais novos. Estes contribuíram sobretudo com trabalhos para as exposições.


 A D. Lontra Bernardina, acabada de chegar do Jardim de Infância de Lagoa















 As transformações pelas quais a Lontra Bernardina passou quando tentava fazer poções para ganhar asas e voar pelo mundo
 A responsável pelo PREAA, Helena Tapadinhas (à esquerda) com a coordenadora do PREAA no Agrupamento Jac..., digo, ESPAMOL, Professora Maria João Sousa. A coordenação da professora Maria João, a dedicação de todos os envolvidos e os laços de cooperação que já vêm do anterior Agrupamento Jacinto Correia foram fundamentais para o sucesso desta festa de arromba. O bom tempo também ajudou.
 O laboratório de pesquisa da lontra: o mundo tem tantas coisas maravilhosas para vermos e conhecermos! E a ciência é a forma maravilhosa de procurar saber mais, de descobrir e de compreender coisas que podemos explicar a outras pessoas.
 ...Eis alguns pormenores desta bancada: plantas do Parque Municipal do Sítio das Fontes, um dos locais habitados pela Lontra Bernardina, e alguns espécimes de animais...


Será que a Lontra Bernardina usa pernas de tarântula e asas de morcego nas suas poções? Talvez ela seja vegetariana...
 Helena Tapadinhas e a coordenadora das bibliotecas do Agrupamento, a Professora Isabel Rosa. As bibliotecas da EB23 Jacinto Correia, da EB1 de Lagoa e da EB1 de Porches contribuíram para a dinamização dom PREAA no Agrupamento.
 Um dos laboratórios da lontra Bernardina: juntam-se uns pozinhos disto e daquilo com uns líquidos marados e obtém-se... um pega-monstro.
 O laboratório de poções, ainda em fase de preparação: desta vez só tinha chás de ervas.
 A turma do JI de Porches
 Uma das turmas de 1.º e 2.º anos de Carvoeiro
 A outra turma dos 1.º e 2.º anos de Carvoeiro
 A turma do 4.º Ano de carvoeiro, à procura de formas geométricas na fotografia aérea do Sítio das Fontes
 A turma da EB1 de Vale d'El-Rei na mesma actividade
 A turma de segundo ano da Professora Filomena Candeias
 A Professora Goreti Martins, em representação da Direcção do Agrupamento, e o nosso grande amigo Veriano, transportanto o mobile produzido pelo JI de Porches
 Uma vista geral de uma das representações dramáticas
Um pormenor da mesma representação dramática

segunda-feira, 22 de março de 2010

Visita de Estudo: Sereia Seixa - Ponta João d'Arens


No dia 20 de Março, um grupo de professores participou do Agrupamento de Escolas Jacinto Correia participou numa visita de estudo no âmbito do PREAA. Pelas 9.30 (mais coisa, menos coisa), partiu-se da praia do Vau em direcção à ponta João d'Arens.

Esta visita pretende ilustrar a luta entre o mar e a terra de que fala o conto da Sereia Seixa. Pelo caminho, observámos muitas das belíssimas criaturas que nasceram dessa relação de amor-ódio.

Eis algumas das maravilhas observadas:
 
 

Aroeira 








Vista das arribas a partir da Praia do Vau









 
Erva-abelha, uma das espécies de orquídeas do Algarve. São preciosidades vegetais muito difíceis de cultivar e que não vale a pena colher, porque murcham muito depressa.
Uma outra espécie de orquídea






Uma terceira espécie de orquídea, a erva-vespa (há uma quarta espécie, a erva-mosca)
Salsaparrilha (a trapadeira com frutos e folhas em forma de coração): trata-se de uma planta típica do clima mediterrâneo.












Roselha Grande: uma planta da família das estevas, mas adaptada a solos alcalinos.








Sargaço










Um arco formado pela erosão: o mar abriu uma cavidade cujo tecto abateu - ou atingiu um algar. As arribas são muito dinâmicas, mudando de forma constantemente.





Valeiros formados pelo corrimento de águas da chuva. Em alguns pontos, estes valeiros (formados durante este Inverno) atingem ca. 2m de profundidade. Formam-se nas linhas de água, ou seja, nos percursos da escorrência das águas pluviais.

A ponta João d'Arens vista a partir das arribas da Praia do Alemão.








Vista parcial da ponta João d'Arens. Encontra-se num ponto onde há poucos séculos se encontrava a linha de costa.